Alvo Beijo tilinta no Platô de Dante,
-Falésia Bruta e errante-
Lambido pelo Mar dos Mortos de Outrora,
Cuja efemeridade cora.
Fios de fogo Dançam para me agitar a Fronte
-Que serve para mim como para o Mundo Ponte-...
Moça doce exala o Perfume de Afrodite,
Tal qual Érebo;minha felicidade Assiste...
O Escuro envolve-me sereno e calmo.
Com sua Lira tenta incendiar minha Alma,ainda a Salvo...
Cada Gota berra ao Cair no Chão,
Elas só querem,inutilmente,
Lavar meu Necrótico Coração...
Aliviado até então!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Asas
Uma Orbe Tange o Lençol de Cera Celeste...
Sob o Sol, um Anjo desce pelos Cabelos de Pazuzu...
Luta e espera pelo Beijo do Leste.
Saraivadas de Gelo lambem o Ar inerte,
Brilhantes como fogo.
Querem que o Sereno seus Cernes Aperte,
Tal qual a Virgem como o Lobo.
Oboés e Metais Gritam e Gemem no Frigidíssimo Vazio,
Sem calor ou Som.
Os Alados engalfinham-se,com Brio
Enquanto os Chifres descem um Semitom.
Gravados no sangue dos Santos está a Efígie do Inominável...
Sevo Monarca De Vidro Fosco.
Sob o Sol, um Anjo desce pelos Cabelos de Pazuzu...
Luta e espera pelo Beijo do Leste.
Saraivadas de Gelo lambem o Ar inerte,
Brilhantes como fogo.
Querem que o Sereno seus Cernes Aperte,
Tal qual a Virgem como o Lobo.
Oboés e Metais Gritam e Gemem no Frigidíssimo Vazio,
Sem calor ou Som.
Os Alados engalfinham-se,com Brio
Enquanto os Chifres descem um Semitom.
Gravados no sangue dos Santos está a Efígie do Inominável...
Sevo Monarca De Vidro Fosco.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Suspiro de um Dichter
Fontes Rubras crescem ao meu redor
D'Almas existe um pouco de líquido a derramar ainda,
Sei,podia ser Pior.
Muralhas de Vidro dançam um eterno penar sob o Beijo Fino,
Berrando que não podem mais me segurar...
Crendo,debruço-me sobre as partituras de meu amado violino.
Salivo a Culpa,grito meu choro e enxugo as lágrimas termais,
Então, do Beijo Ausente, arranco os Violáceos Sais.
Sereno,meu Cão olha-me arrastar o arco nas notas de Quatrocentto,
Largando no Éter um querido Vento
(Zéfiro torna-me Bento).
D'Almas existe um pouco de líquido a derramar ainda,
Sei,podia ser Pior.
Muralhas de Vidro dançam um eterno penar sob o Beijo Fino,
Berrando que não podem mais me segurar...
Crendo,debruço-me sobre as partituras de meu amado violino.
Salivo a Culpa,grito meu choro e enxugo as lágrimas termais,
Então, do Beijo Ausente, arranco os Violáceos Sais.
Sereno,meu Cão olha-me arrastar o arco nas notas de Quatrocentto,
Largando no Éter um querido Vento
(Zéfiro torna-me Bento).
domingo, 7 de junho de 2009
I
Os meus tornozelos já sangram de as correntes eu puxar
Tanto...
Venha,por favor,
tire-me dessa Treva,
Faça parar esse funesto Canto!
Tento
-Por mais que eu saiba que inútil isto é-
Cortas as amarras do Execrável Felino;
Ele prende-me,arrancando a minha Fé.
II
Hema desce para banhar-me(do Éter Finda).
O Cheiro característico do Metal de Gofannon entra nas minhas Narinas
Então;
Com as quais sinto o Mundo,
Que Nasce do Salgueiro Profundo.
III
Mesmo que da Terra saia o Pranto da Mosca,
Lembre-se,
Apenas mantenha a Alma Solta
-Livre e Louca-.
Os meus tornozelos já sangram de as correntes eu puxar
Tanto...
Venha,por favor,
tire-me dessa Treva,
Faça parar esse funesto Canto!
Tento
-Por mais que eu saiba que inútil isto é-
Cortas as amarras do Execrável Felino;
Ele prende-me,arrancando a minha Fé.
II
Hema desce para banhar-me(do Éter Finda).
O Cheiro característico do Metal de Gofannon entra nas minhas Narinas
Então;
Com as quais sinto o Mundo,
Que Nasce do Salgueiro Profundo.
III
Mesmo que da Terra saia o Pranto da Mosca,
Lembre-se,
Apenas mantenha a Alma Solta
-Livre e Louca-.
domingo, 3 de maio de 2009
Sem Nexo(pelo menos aparentemente)
Frio;só o que vi,há séculos,foi o teu bruxuleante corpo nu.Trazias contigo o Beijo de Gelo(ele ainda corre pelas minhas veias ainda,sua Maldita)para o meu Ser tocar,lembra-te.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Alecto Parte 1
Ele deita para mais uma vez chorar o Pranto do Mundo.Sobre os ombros carrega a culpa daqueles que nada por ele fizeram.Para sentir algo de bom ele grita incessantemente.Helena não o ouvirá,isso é uma certeza.
Sua Espada Azeviche repousa em alguma parte da Bagunça que ele chama de casa.Todo santo-dia a companhia Dele faz com que Alecto sinta uma vontade incomensurável de pegar uma faca e docemente Riscar os pulsos que a Dama lhe deu com amor.
Era simplesmente grotesco;a voz fazia-o,todo dia,pensar em suicídio.Chegara até uma vez a tentar,mas Helena impediu-a.
Sua Espada Azeviche repousa em alguma parte da Bagunça que ele chama de casa.Todo santo-dia a companhia Dele faz com que Alecto sinta uma vontade incomensurável de pegar uma faca e docemente Riscar os pulsos que a Dama lhe deu com amor.
Era simplesmente grotesco;a voz fazia-o,todo dia,pensar em suicídio.Chegara até uma vez a tentar,mas Helena impediu-a.
Pode parecer fácil,para ti,mas a Hema que brota das Paredes da Vida faz-me rever o porquê da Existência.Os ossos que agora parecem ser feitos de gesso um dia fizeram parte do meu Ser.
O Vento dos Seres Tangíveis lambe-me,cara amada;pudeste algum dia dar uma sincera e sádica risada?
Em que Mundo tu enfiaste a Sanidade Humana?
O Vento dos Seres Tangíveis lambe-me,cara amada;pudeste algum dia dar uma sincera e sádica risada?
Em que Mundo tu enfiaste a Sanidade Humana?
Assinar:
Postagens (Atom)
